ANADEM presente no 56º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia
A ANADEM está presente no 56º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia que acontece de 12 a 15 de novembro, em Brasília.
Acesse o site do Congresso e confira a programação.
Presidente da ANADEM palestra para alunos de Medicina da UnB
A convite do Dr. Ian Torres, o Presidente da ANADEM, Dr. Raul Canal, palestrou para alunos de Medicina da Universidade de Brasília, na noite desta quarta-feira (11).
Cerca de oitenta alunos participaram do evento.
ANADEM participa do 52º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica, de 11 a 15 de novembro, em MG
A ANADEM está presente no 52º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica que acontece em Belo Horizonte (MG), no Minascentro, de 11 a 15 de novembro de 2015.
O Congresso, promovido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, conta com uma grade de alto nível científico e a participação de renomados cirurgiões brasileiros e estrangeiros.
O stand da ANADEM é o de nº 67 e fica na área de exposição do 3º pavimento.
Acesse aqui o site do Congresso e confira a programação.
Foto: Lagoa da Pampulha, por Glaussius, via Wikimedia Commons
Menina de 11 anos morre após ir ao hospital com dor de garganta, em GO
A Polícia Civil investiga a morte de uma menina de 11 anos que morreu depois de ser atendida com dor de garganta no Hospital Municipal de Rio Verde, no sudoeste de Goiás. De acordo com a família, a garota recebeu uma injeção e foi liberada. No dia seguinte, ela passou mal e retornou ao hospital, mas não resistiu.
Nayara Ribeiro morreu no último dia 2 de novembro. A mãe da criança, Maria Ediana Ribeiro Carvalho, cobra respostas. “Ele [médico] falou que estava tudo bem e a gente foi pra uma salinha do lado, deram uma injeção nela e fomos embora. Quero que eles me expliquem do que minha filha morreu”, desabafa.
Segundo relato, após voltar para casa do primeiro atendimento, Nayara voltou a passar mal e foi levada de volta ao hospital. A mãe afirma que a menina foi atendida, mas morreu na unidade. De acordo com a família, o médico atestou que a causa da morte não foi identificada e que a família não quis que a menina fosse levada ao IML para que a necropsia fosse feita.
A delegada responsável pelo caso, Jaqueline Camargo, disse que o caso está sendo investigado mesmo sabendo a menina não foi levada ao IML por opção da família. “O médico, quando vai expedir o atestado de óbito, tem que, ou definir a causa da morte, ou encaminhar pro IML, e isso não foi feito”, afirma.
A tia de Nayara, Maria Edna Ribeiro, diz que o hospital não deu explicação alguma sobe a morte da criança. “A gente não sabe se ela morreu de dor de garganta, dor de barriga ou pela injeção”, desabafa.
A delegada informou que já ouviu os médicos que atenderam Nayara e cogita até fazer a exumação do corpo. Segundo ela, um médico legista deve fazer análise para saber se houve erro médico ou não e, a partir disso, apontar a causa da morte da vítima.
A Secretaria Municipal de Saúde de Rio Verde informou que está colaborando com a polícia para esclarecer o caso. Disse ainda que o corpo só não foi encaminhado ao IML porque a família não quis.
Fonte: http://g1.globo.com/
Foto: Naomi Chung’s Daydream Art, via Flickr
Negligência de hospital teria causado morte de bebe no Piauí
A família de Maria Nilvânia dos Santos Lima acionou a Polícia contra o Hospital Senador Cândido Ferraz, em São Raimundo Nonato (PI), município a 517 km de Teresina. O advogado da família afirma que houve negligência por parte do Hospital que atrasou o atendimento em mais de seis horas, tendo provocado o sofrimento do feto, levando o bebê à morte. O fato ocorreu na última sexta-feira (6). A mãe recebeu o corpo da filha em uma caixa de papelão.
“Ela fez o acompanhamento médico, fez o pré-natal, tudo normal. Nas vésperas de vir para São Raimundo Nonato ela sentiu contrações e passou pelo médico na sexta-feira a tarde e lá foi verificado que estava em trabalho de parto e estava com dilatação e a criança estava normal. Ela deu entrada no hospital às 5h da manhã e ela ficou no corredor do hospital sendo supostamente atendida somente às 19 horas. Seria um parto normal, mas o médico atestou como causa morte a prematuridade”, explicou o advogado.
A família alega que a menina estava com 38 semanas e nasceu com 3,6kg, em estado normal de saúde. “O laudo médico reforça ainda mais que houve negligência do hospital porque devia ter atuado antes. Ele disse que a criança estava em decomposição e estava há quatro dias assim. Isso é absurdo.”, afirmou o advogado.
Além da negligência hospitalar, a família denuncia que o corpo da menina foi entregue em uma caixa de papelão. A denúncia chegou à delegacia regional e à Comissão de Direitos Humanos da OAB. O advogado afirmou que irá acionar ainda o Conselho Regional de Medicina e o Conselho Regional de Enfermagem.
Procurada pelo Cidadeverde.com, a delegada de São Raimundo Nonato, Cínthia Verena, explica que todos os envolvidos serão intimados a depor, desde a paciente até a equipe médica que trabalhou no parto, a fim de apurar as denúncias e responsabilizar os culpados.
Hospital responde
Em nota enviada ao Cidadeverde.com, a direção do Hospital esclarece que todos os procedimentos no atendimento à paciente Maria Nilvania dos Santos Lima, moradora da comunidade Boa Vista, no município de Jurema do Piauí, foram feitos conforme protocolos.
Segundo a nota, a paciente deu entrada na urgência do Hospital por volta das 5h20min da manhã da última sexta, 6, com dor pélvica e lombar. Em seguida, foi encaminhada ao setor de obstetrícia, sendo atendida pelo médico plantonista, que por volta das 6h20min, constatou que o feto não apresentava batimentos cardiofetais, solicitando assim ultrassom gestacional.
Às 10h45min, após realização do exame, verificou a ausência de batimentos cardiofetais, confirmando ausência de vida do feto.
Diante do resultado, foi administrada medicação para expulsão do feto, ocorrendo, às 19h30min o parto normal, procedimento que minimiza os riscos de infecção.
Ainda na sala de parto, a mãe e a avó forneceram as vestimentas do natimorto, solicitando à equipe do Hospital que acomodasse o feto numa caixa até a chegada da funerária, que ocorreu cerca de 30 minutos após a realização do parto. Com auxílio de profissionais do Hospital, o natimorto foi acomodado numa urna funerária, sendo levado pela família.
A direção do Hospital reitera que os todos os procedimentos adotados pelos profissionais da unidade foram feitos de acordo com os protocolos, ficando à disposição das autoridades para os devidos esclarecimentos.
Fonte: http://cidadeverde.com/
Foto: sabianmaggy, via Flickr




