Projeto-piloto em 35 hospitais evita 10 mil cesarianas em um ano e meio
Por Fabiana Cambricoli do O Estado de S. Paulo
Um projeto-piloto feito em 35 hospitais brasileiros conseguiu evitar cerca de 10 mil cesarianas desnecessárias no período de um ano e meio. A iniciativa, encabeçada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), segue recomendação de organismos internacionais para a redução das taxas de cesáreas no Brasil, uma das maiores do mundo.
Os resultados do projeto Parto Adequado, obtidos com exclusividade pelo Estado, serão apresentados nesta quinta-feira, 17, em evento na capital paulista e mostram ainda que a taxa de partos normais nos centros participantes cresceu 11 pontos porcentuais, passando de 23% para 34%.
Apesar da iniciativa, o índice alcançado pelos 35 hospitais ainda está distante do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo orientação do órgão, 85% dos nascimentos deveriam ocorrer por meio do parto natural e apenas 15% teriam indicação de intervenção cirúrgica, mas na rede privada brasileira a proporção é exatamente a inversa. No último ano, com a implementação do projeto, houve uma pequena queda na taxa geral de cesáreas realizadas na rede particular. O índice de partos cirúrgicos caiu de 85,6%, em 2014, para 84,4% em 2015.
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Número de hipertensos no mundo duplicou em 40 anos e passa de 1 bilhão
Do Portal UOL com informações da Agência AFP
A quantidade de pessoas que sofrem de hipertensão no mundo duplicou nos últimos 40 anos, chegando a cerca de 1 bilhão – informa um estudo publicado nesta quarta-feira (16), o qual revela que a maioria vive em países em desenvolvimento, sendo metade delas na Ásia.
Enquanto a hipertensão afetava principalmente os países ricos em 1975, a situação mudou de forma radical desde então, com um espetacular desenvolvimento do fenômeno em países de rendas baixa e média.
Segundo o estudo publicado pela revista americana The Lancet, a quantidade de hipertensos – ou seja, pessoas com pressão arterial superior a 140/90 mmHg – passou de 594 milhões, em 1975, para mais de 1 bilhão, em 2015, em consequência de um forte aumento do fenômeno na Ásia e na África Subsaariana.
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