9 de março de 2017 - Anadem

Conselheiro Jurídico e Científico da Anadem irá palestrar no II SECIM, da PUC Minas

Renato Assis irá falar sobre a crescente judicialização da medicina no país e quais suportes a Anadem oferece aos médicos associados

 

O conselheiro Jurídico e Científico da Anadem (Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética), Renato Asssis, irá ministrar uma palestra sobre “Judicialização da Medicina” no II Seminário de Cirurgia Médica (SECIM), promovido pela PUC Minas. O evento acontece neste sábado (11), no Museu de Ciências Naturais da faculdade, das 8h às 16h.

Assis irá falar sobre medidas preventivas contra processos judiciais e também quais suportes a Anadem oferece aos médicos associados. Outros temas como “Abordagem do tratamento cirúrgico do câncer de colo uterino” e “O cirurgião na fronteira do tratamento do câncer: robótica, tratamentos locais e radicais” também serão abordados. As inscrições podem ser feitas pessoalmente com a organização do evento ou pelo site, clicando aqui.

 

 

Serviço:

II Seminário de Cirurgia Médica (SECIM)

 

Data: 11 de março de 2017

Local: Museu de Ciências Naturais da PUC – Minas Gerais

Horário: das 8h às 16h

Mais informações: www.secimpucmg.wixsite.com/seminario

 

 

Uso recreativo de anfetaminas está ligado a problemas cardíacos, diz estudo

Uso de substâncias como ecstasy provocam um envelhecimento precoce do coração. Usuários têm mais risco de infarto, AVC e outros problemas cardíacos

 

Por Reuters

 

Adultos que usam anfetaminas como drogas recreativas, como ecstasy, podem ter um desgaste prematuro do coração e sofrer de problemas cardíacos normalmente associados com pessoas mais velhas, segundo um estudo recente sugere. As pessoas podem buscar a sensação de euforia produzida pelas anfetaminas, mas essas drogas há muito tempo são associadas a maiores riscos de infarto, AVC, sangramento no cérebro, ritmo cardíaco anormal e morte súbita cardíaca, segundo o autor do estudo, Stuart Reece, da Universidade da Austrália Ocidental em Crawley.

“Faz sentido que todos esses problemas diferentes estejam ligados a uma aceleração normalmente associada ao envelhecimento”, disse Reece por e-mail. “Descobrimos que o efeito era realmente considerável. “Anfetaminas são estimulantes que elevam a produção do hormônio adrenalina, provocando uma extenuação. Pesquisas anteriores ligaram essas drogas ao envelhecimento precoce da pele, e o estudo atual sugere que as anfetaminas também podem provocar um envelhecimento precoce do coração.

Para o estudo, os pesquisadores mediram o fluxo sanguíneo por uma artéria importante em 713 pessoas entre 30 e 40 anos em uma clínica para tratamento de uso de substâncias. Os voluntários foram distribuídos em grupos de não-fumantes, fumantes, usuários de anfetamina e usuários de metadona. Metadona é um substituto para heroína para pessoas que estão tentando abandonar o uso da droga. Mesmo levando em conta vários fatores de risco para doenças cardiovasculares como peso, níveis de colesterol e inflamação, o uso de anfetamina ainda foi associado de forma independente com um “avanço” no envelhecimento cardiovascular, segundo os pesquisadores relatam na revista médica “Heart Asia”.

A aceleração do envelhecimento observada com o uso de anfetaminas foi ainda mais pronunciada do que aquela relacionado ao uso de tabaco e foi equivalente a um aumento de 25% sobre a idade cronológica, Reece contou à Reuters Health. Em outras palavras, o uso dessas substâncias acrescentou em média dez anos a um usuário de 40 anos de idade.

 

Foto: Fabio Almeida/RBS TV

Anvisa proíbe termômetros e aparelhos de pressão com mercúrio

A proibição faz parte de um compromisso internacional para reduzir a emissão de mercúrio. A medida vale a partir de 2019

 

Por Veja Online

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na terça-feira uma resolução que proíbe a fabricação, importação e comercialização de termômetros e medidores de pressão que utilizam mercúrio. A medida valerá a partir de 2019. De acordo com a agência, já existem no mercado outras opções de equipamentos com a mesma finalidade e que não utilizam a coluna de mercúrio.

Em junho do ano passado a Anvisa abriu uma consulta pública para discussão da proposta. O mercúrio é uma substância tóxica para os humanos e para o meio ambiente. Na natureza, ele pode se ligar a outros elementos químicos e formar o metilmercúrio, uma forma que pode ser ainda mais nociva.

De acordo com o Ministério da Saúde, o metilmercúrio é capaz de prejudicar os rins, fígado e sistema nervoso central. Isso pode causar a perda da coordenação motora, dificuldades na fala e na audição, perturbações sensoriais, fraqueza muscular e até mesmo levar à morte.

 

Foto: iStockphoto/Getty Images