Proteína garante a saúde dos músculos e dos ossos
A proteína aumenta e mantém a massa magra. Estudos recentes mostram que ter reserva muscular é fundamental para viver melhor e mais tempo
Por G1, São Paulo
Estudos recentes mostram que ter reserva muscular é fundamental para viver melhor e mais tempo. A partir dos 28 anos já começamos a envelhecer, mas a perda mais importante de massa muscular começa por volta dos 50 anos.
Quem faz exercício físico chega melhor na terceira idade. Quanto mais massa muscular acumulamos, mas teremos para gastar. Para falar sobre o assunto no Bem Estar desta terça (21), convidamos a geriatra Maisa Kairalla e o nutrólogo Eduardo Rauen.
Tanto o exercício aeróbio quanto a musculação são importantes para o corpo. Entretanto, é a musculação que vai dar o ganho de massa magra. Além dos músculos, treino de força também aumenta a massa óssea.
A alimentação também ajuda? Sim! A proteína aumenta e mantém a massa magra. Quando comemos proteína, ela vira aminoácido e vai para o músculo, que cresce. Até duas horas após a atividade física é um bom momento para comer proteína.
“A proteína é um nutriente essencial para o nosso organismo, porque, após ela ser digerida, ela produz pequenas substâncias chamadas aminoácidos que vão servir de matéria-prima para a construção de hormônios, de neurotransmissores, de estrutura de célula, construir tecido, pele, cabelo”, explica a nutricionista Priscila Machado.
Em geral, cada pessoa precisa consumir por dia um grama de proteína para cada quilo de peso corporal. Uma dica para ingerir a quantidade de proteína necessária é ter uma fonte em todas as refeições: omelete ou ovo no café da manhã, queijo magro no lanche da manhã, carne no almoço, iogurte no lanche da tarde e outra carne no jantar. Outra opção é a suplementação, como whey protein.
As proteínas podem ser encontradas no whey protein (proteína do leite presente nos suplementos); proteína animal (boi, frango, porco, ovo); e proteínas vegetais (grão de bico, feijão, lentilha, tofu, etc).
Foto: Augusto Carlos/TV Globo
Infestação de carrapatos suspende visitas ao Jardim Japonês do Parque da Cidade de Jundiaí
De acordo com a Dae, pesquisa apontou concentração do inseto no local. Medidas preventivas incluem também orientação aos visitantes para manterem distância do lago
Por G1 Sorocaba e Jundiaí
O Jardim Japonês do Parque da Cidade de Jundiaí (SP) foi fechado temporariamente devido a uma investigação de carrapatos, conforme divulgado pelo Departamento de Água e Esgoto (DAE) nesta segunda-feira (20).
A medida de prevenção foi tomada após uma pesquisa acarológica feita pela Zoonoses em todo o parque apontar maior concentração de carrapatos no jardim. A Vigilância Epidemiológica ressalta que não há casos suspeitos de febre maculosa por contaminação no parque.
Até que o jardim seja liberado para visitação, será monitorado constantemente pelas equipes da Zoonoses. Segundo a Dae, entre maio e outubro, a presença de carrapatos é maior por conta do período de estiagem.
Por isso, a orientação é redobrar os cuidados para não andar em áreas proibidas e sinalizadas, não deitar na grama e nem se aproximar das capivaras.
Prevenção
Todos os visitantes do Parque da Cidade são orientados a fazer o autoexame no local e na saída. Caso algum carrapato seja encontrado no corpo, de acordo com a prefeitura, é necessário torcê-lo de duas a três vezea e usar uma pinça para puxar.
Ainda de acordo com a Dae, as medidas de prevenção da Zoonoses incluem manutenção do espaço e distribuição de folder. As providências foram iniciadas com o corte de todo o mato no parque.
Foto: Dae Jundiaí/Divulgação