Matriz realiza EAP e reunião de planejamento com diretoria

Encontro de Aprimoramento Profissional (EAP) teve como base o livro Nos Bastidores da Disney, de Tom Connellan; reunião de diretoria traçou metas para 2019

 

Na última quinta-feira (17), foi realizado um EAP (Encontro de Aprimoramento Profissional) com os funcionários da Anadem (Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética), tendo como base para o debate a obra de Tom Connellan, Nos Bastidores da Disney. Hoje (18), a diretoria se reuniu para apresentar o planejamento estratégico de cada setor para o ano de 2019.

O modelo de trabalho da Disney, que faz com que a empresa seja um grande sucesso, tem como base a colaboração, participação e entusiasmo efetivo de todos os funcionários, sem distinção de cargos. A melhoria que pode ser feita no atendimento aos associados, a qualidade do serviço prestado, como está o ambiente de trabalho e formas de adquirir feedback foram alguns tópicos abordados no Encontro.

 

REUNIÃO DA DIRETORIA

Os diretores e gerentes da Anadem realizaram um encontro para debater o planejamento estratégico e orçamento deste ano. Metas, previsão orçamentária, promoções para associados e representantes e melhorias no processo de trabalho interno foram colocadas em discussão.

A conclusão da reunião será apresentada aos representantes e conselheiros jurídicos no próximo encontro da Anadem, que será realizado em 21 e 22 de fevereiro, no Costão do Santinho Resort, em Florianópolis (SC).

O que é meningite: causas, sintomas, tratamentos e a vacina

A meningite pode ser causada por diferentes bactérias, vírus e até fungos. Saiba como você pode pegar a doença, os métodos de prevenção e os seus sinais

Por Saúde é Vital

A meningite é uma infecção das membranas que recobrem o cérebro (as meninges), que afeta toda a região e dificulta o transporte de oxigênio às células do corpo. A doença provoca sintomas como dor de cabeça e na nuca, rigidez no pescoço, febre e vômito. Ela pode evoluir rapidamente, em especial entre crianças e adolescentes, para perda dos sentidos, gangrena dos pés, pernas, braços e mãos.

Vários agentes infecciosos causam a meningite. Geralmente, os quadros ocasionados por vírus são menos graves.

Já os que surgem em decorrência de bactérias (ou, raramente, de fungos) são perigosos, com taxa de morte na casa dos 20%. Além disso, dois a cada dez sobreviventes têm de conviver com sequelas, a exemplo de surdez, paralisia ou amputação de membros.

A transmissão do meningococo – principal bactéria por trás meningite – ocorre por meio de secreções respiratórias e da saliva, durante contato próximo com uma pessoa infectada. A boa notícia é que esses agentes não são tão contagiosos quanto o vírus da gripe, por exemplo.

Contatos casuais ou breves dificilmente vão passar a meningite pra frente. Agora, ambientes fechados e cheios de gente contribuem para a transmissão e potenciais surtos.

O tratamento depende do tipo de micro-organismo que gerou a meningite e, principalmente, do estado do paciente. Mas é certo que um atendimento rápido ajuda bastante. Mais importante do que isso, hoje há várias vacinas contra os principais agentes causadores desse problema.

Sintomas e complicações da meningite

Causas

Um dos principais subtipos dessa infecção é a meningite meningocócica. Ela é deflagrada por diferentes sorotipos da bactéria Neisseria meningitidis, também conhecida por meningococo. Esses subtipos são: A, B, C, W e Y. Hoje em dia, todos podem ser evitados com vacinas.

Outras bactérias também desencadeiam a meningite. Estamos falando de micro-organismos como Streptococcus pneumoniae e o Haemophilus influenza tipo B, que também são afastados por meio da vacinação.

Até certos vírus têm potencial de invadir o cérebro e atacar as meninges. Porém, em geral esses casos são menos graves. Já os fungos que causam a enfermidade são tão graves quanto as bactérias – ainda bem que esse tipo de quadro é raro.

Vacina para meningite e prevenção

A vacinação é a principal forma de evitar a meningite. Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), as vacinas contra os tipos A, B, C, W e Y de meningococo são seguras e eficazes.

A Sbim e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomendam preferencialmente dar a vacina meningocócica conjugada ACWY para crianças aos 3, 5 e 7 meses de vida. As doses de reforço são indicadas em duas ocasiões: entre 4 e 6 anos e aos 11 anos de idade.

E, claro, quem não se imunizou nessas datas deve, ainda assim, buscar sua proteção. Converse com um médico e acesse o site da SBim para mais informações.

Mas… e a vacina contra o meningococo B? Ela também é indicada pela Sbim, mas vem em outra injeção. As quatro doses devem ser dadas, preferencialmente, aos 3, 5, 7 e 12 meses de vida. Clique aqui e veja mais informações.

Como dissemos, também é bom se proteger dos outros agentes infecciosos. E ficar de olho em locais com surtos de meningite. Principalmente nesses locais, evite locais fechados, com grande número de pessoas.

O diagnóstico

Como a doença evolui rapidamente, os médicos se baseiam nos sintomas para iniciar o tratamento. Mas, claro, eles podem pedir exames de sangue para identificar o agente causador da meningite. Ou mesmo raio-x e tomografia para detectar focos de infecção pelo corpo.

Como tratar a meningite
Se a origem for bacteriana, os médicos via de regra apelam para antibióticos, com o intuito de debelar o agente infeccioso.

Mas o problema da meningite é sua progressão rápida e suas complicações, que não raro surgem em menos de 24 horas. Ou seja, o paciente deve ser encaminhado ao hospital depressa, onde receberá várias medidas de suporte.

A ideia é manter o corpo equilibrado para combater a infecção. E lidar com as complicações rapidamente, assim que elas aparecerem.

 

Ilustração: Erika Onodera/SAÚDE é Vital

Ebola: 79 novos casos são relatados desde dezembro na República Democrática do Congo

Ministério da Saúde local e a Organização Mundial da Saúde alertam para uma continuação do surto nas diferentes zonas do país. Foram 407 mortes desde abril e 237 pesssoas já receberam alta dos centros de tratamento

Por G1

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde da República Democrática do Congo (RDC) divulgaram um novo balanço das infecções pelo vírus Ebola. Entre 26 de dezembro de 2018 e 15 de janeiro deste ano, 79 casos foram relatados em 11 regiões do país africano. A mais afetada é Katwa, com 36 registros. Manguredjipa, que até agora não havia sido atingida, apresentou uma suspeita.

Com isso, segundo as autoridades de saúde, “há uma continuação do surto em várias áreas geograficamente dispersas”. Desde abril do ano passado, 663 casos foram relatados – 614 confirmados e 49 prováveis. Morreram 407 pessoas e receberam alta outras 237.

Desde o último alerta emitido pela OMS, foram investigadas suspeitas em diferentes províncias da República Democrática do Congo, Uganda e Ruanda. A organização ainda avalia o risco global para uma epidemia como baixo. O risco de disseminação nacional e regional, no entanto, é considerado muito alto.

A OMS pede que províncias e países vizinhos melhorem as estratégias de vigilância e prevenção. Por enquanto, não há restrição para viagens e comércio em relação à RDC. Não há vacina licenciada disponível contra o vírus ebola.

Foto: Goran Tomasevic/Reuters