1 de abril de 2019 - Anadem

Great Place to Work: Anadem recebe certificação reconhecida mundialmente

Oportunidades de crescimento, infraestrutura, benefícios e políticas antidiscriminatórias são algumas das qualidades essenciais para obtenção do selo GPTW

ANDREW SIMEK

Após conquistar a certificação ISO 9001:2015, a Anadem (Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética) obteve, hoje (1º), o selo GPTW (Great Place to Work), que a reconhece como uma das melhores instituições para se trabalhar no Brasil, em virtude de seu excelente ambiente organizacional.

Gestão, oportunidade de crescimento, infraestrutura, remuneração, benefícios e políticas antidiscriminatórias são apenas algumas das qualidades evidenciadas pelo GPTW. Todos os funcionários da instituição participaram da pesquisa.

Recorrentemente, os colaboradores da Anadem participam de palestras, cursos e encontros de aprimoramento profissional e são, constantemente, reconhecidos por seu desempenho. Estas práticas fazem parte do Sistema de Gestão e Aprimoramento Pessoal e Profissional, promovido pela presidência, pelo setor de Recursos Humanos e pela Diretoria de Planejamento e Estratégia.

O presidente da Anadem, Raul Canal, comemorou mais esta conquista e reafirmou os valores da instituição. “Comprovamos, por meio de mais uma autoridade global no mundo do trabalho, que somos referência no que fazemos, inclusive internamente. O que desenvolvemos dentro da instituição reflete positivamente em toda a nossa rede de associados”, disse.

COMPLIANCE
Agora, sob a coordenação da empresa de consultoria empresarial Bridge Solutions, a Anadem iniciou a certificação do Compliance DSC 10.000. Este título serve para demonstrar a existência de um sistema de prevenção contra atos ilícitos que são contrários aos princípios da ética e da integridade promovidos pela instituição.

Países criam plano global contra a poluição

Encontro coordenado pela Organização Mundial da Saúde discute como lidar com esse problema de saúde pública. Saiba como você pode ajudar

Por Saúde é Vital

A Organização Mundial da Saúde (OMS) sediou a primeira Conferência Global para a Poluição Atmosférica e Saúde. O evento, que contou com a presença de representantes da maioria dos países, apresentou as evidência científicas sobre os efeitos do excesso de partículas tóxicas no ambiente, principal consequência da queima de combustíveis fósseis.

“Nosso sonho é viver num mundo livre de poluentes. Para chegar a isso, estabelecemos a ambiciosa meta de reduzir em dois terços os números de mortes causadas por esses compostos”, discursou o médico etíope Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS.

Veja abaixo algumas medidas que serão implementadas para tentar alcançar o objetivo e outras que você mesmo pode colocar em prática.

Missão das autoridades

O que você pode fazer

Todos os anos, o ar sujo causa…

Folhas que purificam a casa

Uma solução inteligente contra a poluição pode vir da natureza… com uma mãozinha da ciência. Experts da Universidade Washington, nos Estados Unidos, fizeram uma modificação genética na planta Epipremnum aureum, conhecida no Brasil por jiboia. A edição do DNA fez com que ela passasse a absorver e eliminar do ar os compostos clorofórmio e benzeno, relacionados ao surgimento de câncer.

“Procuramos parceiros para avançar nas pesquisas e, no futuro, disponibilizar a tecnologia à população”, conta o engenheiro ambiental Stuart Strand, líder das pesquisas.

 

Ilustração: Augusto Zambonato/SAÚDE é Vital

Soneca no meio do dia ajudaria a baixar pressão

Além de recarregar as energias, tirar um cochilo durante o dia beneficiaria a pressão arterial, diz estudo

Por Saúde é Vital

Uma pesquisa apresentada na 68ª Sessão Científica Anual do Colégio Americano de Cardiologia indica que aquela soneca no meio do dia ajuda a reduzir a pressão arterial, um fator importante para quem deseja evitar hipertensão.

Segundo os cientistas, esse é o primeiro estudo que avalia o efeito do sono diurno na pressão de indivíduos nos quais ela é praticamente normal. Anteriormente, eles já haviam descoberto que, em hipertensos, essa cochilada está associada a níveis mais adequados e a menores quantidades de remédio.

A equipe de estudiosos analisou 212 pessoas com pressão sistólica de 129,9 mmHg, em média. Esse é o primeiro número que o médico fala após medir sua pressão com aquele aparelho que aperta o braço, o esfigmomanômetro. Só não se confunda: muitas vezes o profissional simplifica esse dado – no caso, ele diria 12,9 e completaria com o dado da pressão diastólica. Ou 12,9 por 8, como exemplo.

Além disso, os participantes possuíam 62 anos, em média, e um em cada quatro fumava e/ou tinha diabetes tipo 2.

Então, foram divididos em um grupo que faria sesta e outro que permaneceria acordado o dia todo. Eles usaram um monitor portátil para monitorar a pressão arterial em intervalos regulares durante um dia inteiro, em vez de apenas uma vez na clínica.

Os experts verificaram os registros feitos por 24 horas consecutivas, a duração da soneca, os hábitos e a rigidez das artérias. Eles também ajustaram fatores que influenciariam os números finais, como idade, gênero, estilo de vida e medicamentos.

No fim das análises, constatou-se que a média da pressão sistólica era 5 mmHg menor em quem cochilou (127,6 mmHg) comparado a quem ficou acordado (132,9 mmHg). Além disso, a cada 60 minutos de sono, o nível caiu, em média, 3 mmHg.

Apesar de não parecer uma diferença enorme, o achado tem sua importância. “Uma queda de 2 mmHg é capaz de reduzir o risco de eventos cardiovasculares, como o ataque cardíaco, em até 10%”, justifica, em comunicado à imprensa, o cardiologista Manolis Kallistratos, do Hospital Geral Asklepieion, na Grécia, que participou da pesquisa.

De acordo com o especialista, essa seria uma medida tão efetiva quanto mudar alguns hábitos. Por exemplo: maneirar no sal diminui o índice em 3 a 5 mmHg. Já uma baixa dose de medicamentos para hipertensão subtrai de 5 a 7 mmHg.

“Baseado nos nossos achados, quem possui o privilégio de tirar uma soneca durante o dia vai melhorar sua pressão. Os cochilos podem ser facilmente adotados e não têm custo”, conclui Kallistratos.

Claro que outras pesquisas devem ser feitas para confirmar esse achado e sua magnitude. Mas fica o recado de que aquela sonequinha pode fazer um bem danado para a circulação.

 

Foto: Bruno Marçal/SAÚDE é Vital