Estudo da Ufac descobre tipo de verme que pode causar cegueira
O verme ainda é desconhecido, mas pertencente a um gênero de importância médica na Amazônia e no mundo
Por AC 24 horas
Reportagem de Eldérico Silva, da Rede Amazônica Acre, mostra que pesquisadores da Universidade Federal do Acre (Ufac) descobriram um tipo de verme que pode causar aos humanos, entre outros problemas de saúde, a cegueira.
A descoberta foi feita durante um estudo sobre a Leishmaniose, doença causada pelo mosquito Catuqui. O verme ainda desconhecido, mas pertencente a um gênero de importância médica na Amazônia e no mundo estava dentro do inseto.
A pesquisa é liderada pela professora Andreia Brilhante, doutora em saúde pública, e está catalogada em um artigo científico. O que se sabe até agora é que a descoberta é importante para a saúde pública, pois o verme pode trazer riscos à saúde do ser humano.
“Para o ser humano, existe uma espécie que pode causar nódulos, principalmente, na região dos gânglios ou na pele, também a pele pode ficar com aspecto rugoso, ressecado, com falta de pigmentação. E também há casos em que os vermes podem migrar para o globo ocular e causar cegueira”, explica a pesquisadora.
Clique aqui para assistir à reportagem da Rede Amazônica Acre.
Foto: Divulgação
UFU inicia estudo sobre reflexo do isolamento social causado pela pandemia na saúde dos adultos; saiba como participar
Trabalho é realizado por estudantes e professora dos cursos de Fisioterapia e Educação Física. Perguntas podem ser respondidas por pessoas com idade entre 18 e 60 anos
Por G1
Uma pesquisa para entender sobre como as medidas de isolamento social, por conta da pandemia da Covid-19, atingiram de forma negativa a saúde das pessoas está sendo realizada por um grupo da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).
A ação é desenvolvida pela professora Nádia Cheik, da Faculdade de Educação Física da UFU, junto com as estudantes Caroline Garcês, que cursa Educação Física, e Sara Menezes, da Fisioterapia, e tem como foco saber como as medidas do isolamento causaram alterações negativas na saúde física, mental e no comportamento alimentar da população.
Como participar
A pesquisa é feita on-line através de um formulário, que pode ser respondido de forma anônima por pessoas com idade entre 18 e 60 anos. Nela serão vistos o nível de atividades físicas, comportamento sedentário e compulsão alimentar causados pelo isolamento social.
“Com a pandemia, o estilo de vida da população mudou bastante. A gente acredita que isso vai influenciar no comportamento sedentário, nível de atividades físicas e na questão alimentar, que são questões relacionadas com várias doenças, como a obesidade, e pode ser ainda mais agravado com essa pandemia”, explicou a pesquisadora Caroline Garcês.
Após analisar o resultado da pesquisa, o grupo ainda deverá pensar em alternativas para ajudar no comportamento das pessoas. “Com os resultados vamos pensar em estratégias, políticas públicas, para poder amenizar a situação”, completou Caroline.
Foto: Celso Tavares/G1