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Pré-candidato à presidência, senador Álvaro Dias tem encontro com Raul Canal e fala sobre futuro político do Brasil

Presidente da Anadem  apresentador do programa Pampa e Cerrado entrevistou o parlamentar no Senado
 
Por Andrew Simek

 
O senador paranaense Alvaro Dias (Podemos/PR), pré-candidato declarado à Presidência da República, tem uma vantagem em relação aos demais concorrentes: o baixo índice de rejeição. Apesar de ainda não ser destaque nas pesquisas de intenção de voto para as eleições de 2018, o parlamentar, que já acumula quase 50 anos de vida política, carrega um histórico imaculado e tem tudo para sair em disparada nas urnas.

Ele gravou uma entrevista, na tarde de ontem (26), com o presidente da Anadem (Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética) e apresentador do programa Pampa e Cerrado, Raul Canal, em seu gabinete no Senado. A pauta central foi o futuro político do País e suas intenções caso assuma a principal cadeira do Poder Executivo.
 
FORO PRIVILEGIADO – Dias, que é historiador pela Universidade Estadual de Londrina, já foi vereador, deputado estadual e governador do Paraná, e tem como uma de suas principais bandeiras o fim do foro privilegiado. O parlamentar é autor de um projeto de 2013, que está na Câmara dos Deputados para votação desde julho do ano passado. “O foro privilegiado é o paraíso da impunidade. Não há julgamento. Desde o início da operação lava-jato, nenhum deputado ou senador foi julgado pelo Supremo Tribunal Federal. Quero acabar com isso”, disse.

Ele também é conhecido por poupar os cofres públicos, já que há quase três décadas abriu mão da aposentadoria de ex-governador. Somente esta renúncia poupou mais de R$ 10 milhões do Governo. Além disso, optou por não utilizar o auxílio-moradia e por não receber a verba indenizatória.
 

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) –
Canal, que escreveu recentemente o artigo: “30 anos do SUS, há o que comemorar? ”, relatou dados alarmantes da saúde pública no País e questionou o senador sobre uma solução para o sistema. Hoje, são investidos apenas R$ 573,90 por habitante anualmente neste setor. Em resposta, o senador afirmou que o grande problema não é só a falta de dinheiro, mas também a falta de gestão. A saída, para ele, é a refundação da República, com todas as reformas que forem necessárias. Em breve divulgaremos a entrevista completa.